Sorrir ajuda, mesmo com máscara

 

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O primeiro mês do ano já está quase no fim, mas atenção, diz o ditado que «até ao lavar dos cestos é vindima», portanto, até ao final do mês muita água ainda vai correr para o mar…
Isto a propósito… já não sei bem, mas a verdade é que este Janeiro até era capaz de ter matéria para uma mini-série daquelas com rodinha vermelha, não pelas cenas mas devido aos diálogos menos apropriados, ou mesmo com toque especial de um especialista, também daria num filme de terror adequado para aqueles festivais da especialidade, onde marquei presença durante muitos anos (lembram-se do Fantasporto?).

Mas adiante, pois não será um início de mês com um pneu furado (do carro!...atenção ás más línguas), sem ‘macaco’ e sem pneu suplente para mudar, que tiram a boa disposição nem o optimismo para um início de ano fantástico. 
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Com algum jogo de cintura (e alguma linguagem inapropriada) a vida continuou, mas logo logo recebi a notícia que «olha, avariou a placa do fogão»… sim, e depois? Mais alguma coisa?... Mais valia estar calado, pois quase de seguida lá foi o aspirador pequeno (aquele que supostamente vai aspirando umas migalhas) e ainda, sim, e ainda a torradeira, e a chaleira (bebo muito chá…e tenho imenso).
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Ok, e o que é que vocês têm com todas estas “desgraças”? Nada! Estou simplesmente a partilhar convosco algo dos meus dias (com muita alegria e satisfação), enquanto alguém está a fazer o jantar. E «estão a fazer o jantar porquê», quando sou eu o cozinheiro habitual? Perguntarão os mais atentos e curiosos… Eu explico. É que ainda estou um pouquinho (só um pouquinho) “debilitado” (queres é mimos), porque entretanto também fui submetido a uma exodontia simples (tirar um dente…) tendo sido necessário levar uns ‘pontitos’. 
Como pelo meio (a sério que não estou a contar nenhuma anedota) parti a minha prótese dentária e tinha dois dentes a precisar de restauro (maldita máscara que nos leva a adiar o que não deve ser adiado), eu tenho andado todas as semanas no consultório do dentista.😧
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Cá para nós que ninguém nos ouve (e a médica não deve saber que tenho um blog) não fosse os olhos maravilhosos que ela tem, que me anestesiam por completo (ui…. boca para barulho) eu já tinha fugido daquela maldita cadeira, e acreditem, já o fiz há muitos anos atrás. Decididamente não gosto, para além de voar, ir ao dentista… vale a simpatia, profissionalismo, paciência (e os olhos) da Dra. C. que viu o ‘aflores’ um Sex… Sexagenário,  ir ás consultas, pela primeira vez sozinho(!?!), sim, sozinho! Riam-se, riam-se…. É verdade. Posso dizer que “foi meter uma lança em África”.

Bom, estive aqui a soltar aos quatro ventos (do teclado) parte do meu mês de Janeiro, mas vou ficar por aqui. A verdade é que nem a meio cheguei, mas ficará para outra altura porque não quero que os meus amigos leitores possam ficar nervosos ou terem algum “treco”.

Meus caros, finalizo recordando que no próximo Domingo é dia de "Reunião de Condomínio"… ou por outras palavras, é Dia de Eleições.


Eu lá estarei não só a votar, mas também a sorrir na mesa de voto.

Sorrir pode nem sempre ser a solução, mas ajuda e muito, mesmo desdentado e com máscara. Sempre!
😷😊

Cuidem-se
Tudo de bom.


Diálogo de doidos

 

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(No sítio do costume num dia qualquer…)

- Eu sabia, eu sabia, afinal até prova em contrário eu tenho sempre razão, por isso
Por isso quê? Continuas errado.
- Nada disso, tu és (por muito que digas que não), a T! Podes estar mais …. Mais…. Como dizer... diferente pronto, mas não me escapas.
És doido!
- Sou doido?! Então porque motivo disseste que «desculpa, não nos conhecemos?»
Já disse, tenho a sensação que nos conhecemos, que já nos encontramos em algum lugar, isso digo e volto a repetir. Mas não sou quem tu julgas que sou (essa tal de T), porque o meu nome é M.
- T ou M, eu conheço-te.
Todos nós temos um “irmão gémeo”. Mas já agora, de onde achas que me conheces?
- Sei lá… conheço-te.
Assim não vamos lá.
- Olha, esquece. Não nos conhecemos, nunca nos vimos, por isso apresento-me. Sou o F, AF.
Olá! Eu sou a M, TM (risos). Enganei o menino F (risos)
- Macaca é o que és!
Vá lá, não fiques de beicinho… eu pago um copo.
- Disfarça… tinha ou não razão? Eu sabia!
Sempre gostei de te pregar partidas, ou já te esqueceste?
- Não, não me esqueci, e há pormenores que “traíram” a tua brincadeira.
Tais como?
- Ora… o perfume é o mesmo, as pulseiras, e continuas sem usar relógio no pulso. Entre outras coisas…
Pois.
- Mas estás um pouquinho mais gordinha não estás? (risos)
Menino A, menino A, tento na língua que te cai o dentinho. Isso não se diz a uma senhora e olha que sou uma jovem sex, sexagenária.
- Atenção que isso paga imposto!
Vamos mas é beber qualquer coisa que daqui a pouco tenho que ir buscar a minha neta à escola…
- O quê? Já és vóvó?!
Xiu, fala baixo. Qual avó qual quê? Sou Tia…. Vou buscar a minha sobrinha, sobrinha! Tá?
(risos)
- Macaca é o que tu és.
Macaco tu também!

(… diálogo de doidos, extraído de memórias loucas, impressas e guardadas algures)

Cuidem-se. Bom Ano!
Tudo de bom.