A piscina… (dava um filme)


Já ando neste mundo dos blogs desde 2004, o que é motivo para dizer que pertenço ao grupo 'Jurássico', dos que ainda hoje andam por aqui e  vão resistindo a tendências, modas e navegação (comunicação) de outros/novos tempos, neste oceano imenso que é o mundo dos blogs.

Mas, nem a "idade avançada" evitou esconder alguma admiração (e emoção) quando recebi o convite da Teresa, do blog 'Ontem é só Memória', para participar num 'Guest Post'.

O texto com que participei na iniciativa,  com muito agrado, está publicado aqui e aguarda pela vossa visita, se  quiserem saber porque motivo A piscina… (dava um filme)


Obrigado mais uma vez à Teresa, pela simpatia e cumplicidade blogosférica.


Tudo de bom!

A piscina… (dava um filme)

Não sei como nem por onde iniciar este texto, mas sei que até o finalizar vou ter que arranjar um título.

… se calhar dava um filme.  


Foi naquela piscina que os meus filhos aprenderam há muitos anos atrás, a nadar. Foram muitos os sábados a levá-los ás aulas, vê-los a aprender e a evoluir numa modalidade saudável, necessária e óptima para o crescimento deles.

… alto, já temos um começo.

Anos depois, foi no mesmo complexo desportivo que eu comecei a usar o ginásio (de início uma vez por semana) procurando algum bem estar físico, psíquico e mental, combatendo assim e em boa parte uma situação de desemprego, numa idade em que era “novo para a reforma e velho para o trabalho”.

  … e aqui até temos “pano para mangas” com imensas histórias por contar. 


Mais tarde foi nesse mesmo complexo desportivo/ piscina/ginásio, ou simplesmente ‘A piscina’ como eu e a maioria diz, numa tarde de sol maravilhoso de uma quinta-feira do mês de Maio, que a minha vida parou… e parou mesmo, no verdadeiro sentido da palavra, porque o meu coração (o tal músculo que está permanentemente em movimento) decidiu, sem aviso prévio, parar durante uns minutos (muito longos e eternos para quem tentava salvar-me).

uma PCR (paragem cardio-respiratória) é já de si uma grande/grave história, nem sempre com final feliz.

Cinco meses mais tarde, regressei ‘à piscina’ onde continuei com a minha reabilitação, sempre acompanhado (e muito acarinhado) por excelentes profissionais, funcionários e colaboradores, que ajudaram e contribuíram para a minha boa condição física, ao ponto de conseguir participar, 4 anos depois, em três corridas (Dia do Pai, S. João e S. Silvestre).

… só esta oportunidade que me foi “concedida” já dá um filme. 



Mas a história, ou o filme, não acaba aqui, porque foi nessa mesma ‘piscina’ que mais recentemente, e já na minha fase Sex… sexagenário (risos) numa manhã de sábado e quando me preparava para mais uma aula de hidro, eu reencontrei alguém que não via nem sabia notícias há mais de trinta anos!

 ... e a história ainda vai no começo. 



Acho que ‘A piscina’ vai mesmo ficar para sempre tatuada na minha vida, uma vida cheia de histórias, momentos, pessoas, oportunidades e (re)começos.

… Agora é tempo de fazer e viver a nossa história.



A piscina… (dava um filme) … finalmente o título.

😊😉

9 comentários:

  1. Vou até lá. Também frequento esse blog.
    Um abraço e bom domingo

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  2. Bom dia. Li no blogue da Teresa e fiquei fascinada pela narrativa, parabéns. Vou continuar a visitá-lo. Ok?

    Hoje: O teu odor de Galanteador

    Bjos
    Votos de uma óptima Segunda - Feira.

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  3. Muito bem Sexagerário!
    Que a temporada continue como tema principal - A VIDA.
    :)

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  4. Obrigada eu, acredita que mais mim foi uma honra e um prazer receber-te no meu cantinho de uma forma tão aberta e espontânea.
    Adorei a mudança que fizeste no teu blog!

    Bjxxx
    Ontem é só Memória | Facebook | Instagram

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  5. Já tive a oportunidade de o ler e gostei muito. É incrível como há sítios que marcam para sempre a nossa vida!

    r: Obrigada e igualmente :)

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  6. r: Por ser algo de Bruno Nogueira, confesso, estava com as expectativas elevadas e não me desiludiu. A minissérie está mesmo incrível, mal posso esperar pelos restantes episódios

    Obrigada e igualmente :)

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  7. Há coisas fantásticas, meu amigo, não há?
    Se dez anos é mto tempo, como canta Paulo de Carvalho, 30 é o triplo.
    E há amizades tão boas! Vivam os reencontros!

    Beijinho.

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