A boca no trombone
[A propósito de manif's]...
Quem vai à guerra dá e leva e como eu costumo dizer, «as perguntas nunca são indiscretas, as respostas sim, podem ou não, ser», por isso… dá-lhe!
Fui habituado (educado) a respeitar e a conviver com a opinião dos outros; Fui habituado a respeitar uma crítica e a conviver com pessoas de opinião e maneira de estar diferente. No entanto, não gosto de levar uma bofetada e dar a outra face; Não sou obrigado a respeitar quem não me respeita; Por outras palavras e como costumo dizer «não sou Madre Teresa nem Padre da paróquia, muito menos saco de boxe».
Não posso alinhar em manifestações de protesto pela situação actual, de forma cívica, educada e ordeira. Não posso, não quero e não devo. Porquê?
Como posso respeitar uma política e políticos que não me respeitam?
Como posso respeitar, esta CAMBADA que tornam a vida da maioria do Povo uma tortura?
Como posso respeitar quem nos vende ao estrangeiro e ao grande interesse do capital/mercado e nos coloca de joelhos, subjugados durante décadas e décadas?
Não posso, não quero, não devo.
Chamem-me para pegar em armas, com tudo que tiver à mão, nem que sejam as pedras da calçada, e expressar de forma violenta e firme o meu (nosso) descontentamento. “Eles” não merecem o meu (nosso) respeito e civismo.
Até lá… vamos brincando ás novelas, ás eleições, ás coligações (e todo o resto acabado em… ões), e talvez o tempo, o cansaço, a idade ou a morte, apague este meu lado B que numa tarde chuvosa, mais fresca e ao correr do teclado, colocou a boca no trombone.
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[14/20] - A boca no trombone
20 textos_20 anos
Comungo de todas as suas palavras. Concordo em absoluto com o que escreve sobre esses políticos, trafulhas e ladrões. Aplausos!!
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INQUIETUDES ...
Beijos e uma ótima semana
Los politicos se valen de todo por un voto y seguir en el poder. Sin importar nada. Te mando un beso.
ResponderEliminarE quando não se quer... há que respeitar! 👏😘
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