Dois anos depois, aí esta ela, a Noite de S. João! Uns gostam outros não, e com o passar dos anos muita coisa mudou, mas cada um à sua maneira esta noite é única, nossa, e de quem quiser.
…
falta o doce!
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Comprar roupa deveria ser mais fácil… uma pastilha, colocada num micro ondas e voilá… aqui estão as calças, a camisa e o casaco que eu precisava. Claro que quanto mais peças, maior seria a despesa e a pastilha (risos)
O meu medo de voar, é qualquer coisa que não dá para explicar, mas também é verdade que aos poucos lá vou combatendo esse medo, porque já dizia alguém que eu conheço «o medo existe, só precisas de o combater». E eu combato-o… desta vez, fui até Angra do Heroísmo (e não só, como adiante explicarei), para a festa de aniversário de uma grande amiga. Tirando o mau tempo que se fez sentir, tudo correu ás mil maravilhas com sorrisos, gargalhadas e abraços guardados há muito tempo e prometidos logo que possível e que a crise pandémica originou e adiou.
Mas o tempo era pouco, e com a promessa que um dia voltarei
já estava de novo no aeroporto onde me esperava mais uma viagem, desta vez até
Paris! O voo não foi directo, e com uma ou outra atrapalhação no voo de ligação,
entre roer unhas, ver alguns episódios da minha série de momento ’O Método
Kominsk’, e ver o filme ‘O poder do cão’ dou comigo (finalmente) nas chegadas à
procura daquele sorriso e abraço.
As mãos ainda tremiam desde quando senti que
o avião tinha aterrado e já te enviava uma sms… «Cheguei!» ao que respondeste
«Estou aqui. LY»
Não há forma de conseguir por palavras, explicar todo o turbilhão de recordações e emoções daquele momento, daquele nosso reencontro. A atrapalhação era (foi) mais que evidente e foi mútua. Mas entre sorrisos e perguntas lá fomos conseguindo actualizar o ponto da situação.
O destino final já todos sabemos qual é e não tenho pressa de chegar, mas confesso que ás vezes esqueço-me de desfrutar mais da viagem… ligar o piloto automático, deixar seguir a rota, e olhar mais pela janela sem pensar muito.
Vamos lá então prosseguir com mais uma volta ao sol. Grato a todos que me acompanham e tornam esta viagem muito mais agradável.
Tudo de bom.
Bom, estive aqui a soltar aos quatro ventos (do teclado) parte do meu mês de Janeiro, mas vou ficar por aqui. A verdade é que nem a meio cheguei, mas ficará para outra altura porque não quero que os meus amigos leitores possam ficar nervosos ou terem algum “treco”.
(No sítio do costume num dia qualquer…)
Estamos em Dezembro!